,, Izabeel Karollynne
Personalidade forte, coração fraco.
— Você acredita em felicidade?
Não.
— Por que?
— O que seria felicidade? Estar feliz o tempo todo, certo? Existe alguém nesse mundo que nunca sofreu? Que nunca ficou triste? Eu duvido. Mas aí você me diz que ela existe em momentos felizes. Esses momentos felizes se chamam alegria. Racione comigo: dizem que a felicidade é um sentimento durável. Daí já podemos concluir que ela não existe. Já percebeu que isso é mentira? Isso de estar feliz é muito relativo. E você sabe, é algo que vai e vem rápido. A tristeza não… A tristeza marca na alma de um jeito difícil de apagar. Eu sei que você está à procura da felicidade. Eu também. Mas só vamos encontrar ela quando morrermos. Porque mesmo que eu ou você encontremos o cúmulo da alegria, algum fato vai chegar até nós e destruir o que sentimos. Destruir nosso sorriso, para falar a verdade.
— Não existe uma forma de ser feliz?
— Vivo? Não. Quer ser feliz? Sem mágoas, sem dor, sem sofrimento? Morra. O certo mesmo é acreditar na alegria. É acreditar que… Sofrendo a gente encontra um meio de ficar bem.
Mayne Silva  (via linhasgastas)

Quer saber porque eu não gosto dela? Você deve estar pensando que eu tenho inveja dela. Sim, eu tenho. Mas não tenho inveja do corpo, do dinheiro, da fama ou dos fãs dela. Tenho inveja dela porque ela pode sentir o abraço dele, o beijo dele. Ela pode olhar nos olhos dele. Ela pode fazê-lo feliz. E sabe qual o problema? Ela poderia ser amada por todas nós, todas. Mas ela não soube usar essa possibilidade. Ela nos desrespeita. Ela não cuida do sorriso do garoto que amamos. Ela não se importa de verdade com ele, pelo pouco que vejo. Jelena poderia ser o casal mais lindo de todos, se ela fizesse um esforço pequeno que fosse. Ela poderia não ser tão odiada, mas ela deu muitos motivos para que a odiassem. Eu sei que depois que ela começou a namorar com ele, apareceram mais haters. Mas não se esqueça que também apareceram mais fãs. Sua fama aumentou muito depois desse tal namoro. E se você pensa que todos os haters dela tem inveja, você está enganado. Sim, existe um pouco de ciúmes. Mas os haters odeiam o fato de ver ela ser o motivo dos sorrisos dele, sabendo que existem pessoas que mereciam “estar em seu lugar”. Sem falar que a maioria do fãs dela, pedem para ser respeitados mas não respeitam. Eu não gosto dela, nunca gostei e nem pense que vou gostar um dia.

p-erishing:

“Lágrimas? São mesmo lágrimas? São. Merda, não era para estarem aqui. Eu estava indo bem com meu disfarce. Pois é, mas como dizem “mentiras têm pernas curtas”. Exatamente. Eu estava fingindo. Como já havia feito muitas vezes, já era costume. Parei por um tempo com esses teatros. Dei um tempo para sorrir de verdade, desafogar-me dessas lágrimas. Mas não foi suficiente. Estou aqui. Chorando, agora, tentando me livrar dessas malditas gotas. Mas a chuva, o tempinho frio e os problemas não me deixa contê-las. Mas por um lado é bom eu me desentupir um pouco. Bem melhor aqui, no escuro, sozinha, do que na frente de todos. Todos aqueles que te condenam. E sabe aqueles cochichos, que não te permitem pensar em outra coisa que não a sua insegurança? Então, eles me afligem a cada hora que escuto meu nome viajando entre as fofocas. Parece que é tudo para te derrubar. Até suas leituras, músicas. Tudo que gosta. Muda de forma, torna o sentindo voltado para você. Cada sorrisinho irônico, ou risinho maldoso entre amigos, já te deixam perturbada. Não pense que não dói. Não pense que essa mania das pessoas de não se importar não machuca. E até aquele que se importam. Sempre acabam fazendo alguma piadinha, que logo muda de rumo em seus ouvidos e faz a lágrima se segurar entre os cílios. E quando estou sozinha, então? Sinto-me envergonhada ao olhar o meu reflexo no espelho, me mato por dentro ao ver aquilo. Descontrolo-me completamente. E peço socorro, entre os soluços, mas em silêncio. Tenho medo. Medo de que percebam meu desabafo. Por isso também escrevo. Tudo que penso. Metáforas, crônicas, todos os meios possíveis de disfarce. Só quero por ente as linhas, confessar que sofro. Mas ninguém entende. Mas… Chega! Chega dessa tortura! Desse tal de desabafo. Se bem que precisava mesmo disso, mas nada de exageros. Não vão ajudar em nada essas palavras jogadas ao vento. São apenas palavras em meio de muitas outras. São apenas desabafos, os meus desabafos. Que ninguém nunca se importou, não será agora que alguém se importará. Pois é… Ninguém nunca se importou, mas já me acostumei, já estou acostumada á viver em meio de pessoas que não se importam comigo. É isso que está me matando aos poucos, ser apenas mais uma, ser um meio terno na vida daqueles que se dizem “meus amigos”, ser meio terno na vida das pessoas que amo, dói. E quer saber? Estou cansada disso, cansei de ser um meio termo na vida dos outros, cansei-me de ser apenas mais uma, cansei de sofrer por aqueles que não merecem.“  — Ana Brandão (p-erishing)

p-erishing:

Lágrimas? São mesmo lágrimas? São. Merda, não era para estarem aqui. Eu estava indo bem com meu disfarce. Pois é, mas como dizem “mentiras têm pernas curtas”. Exatamente. Eu estava fingindo. Como já havia feito muitas vezes, já era costume. Parei por um tempo com esses teatros. Dei um tempo para sorrir de verdade, desafogar-me dessas lágrimas. Mas não foi suficiente. Estou aqui. Chorando, agora, tentando me livrar dessas malditas gotas. Mas a chuva, o tempinho frio e os problemas não me deixa contê-las. Mas por um lado é bom eu me desentupir um pouco. Bem melhor aqui, no escuro, sozinha, do que na frente de todos. Todos aqueles que te condenam. E sabe aqueles cochichos, que não te permitem pensar em outra coisa que não a sua insegurança? Então, eles me afligem a cada hora que escuto meu nome viajando entre as fofocas. Parece que é tudo para te derrubar. Até suas leituras, músicas. Tudo que gosta. Muda de forma, torna o sentindo voltado para você. Cada sorrisinho irônico, ou risinho maldoso entre amigos, já te deixam perturbada. Não pense que não dói. Não pense que essa mania das pessoas de não se importar não machuca. E até aquele que se importam. Sempre acabam fazendo alguma piadinha, que logo muda de rumo em seus ouvidos e faz a lágrima se segurar entre os cílios. E quando estou sozinha, então? Sinto-me envergonhada ao olhar o meu reflexo no espelho, me mato por dentro ao ver aquilo. Descontrolo-me completamente. E peço socorro, entre os soluços, mas em silêncio. Tenho medo. Medo de que percebam meu desabafo. Por isso também escrevo. Tudo que penso. Metáforas, crônicas, todos os meios possíveis de disfarce. Só quero por ente as linhas, confessar que sofro. Mas ninguém entende. Mas… Chega! Chega dessa tortura! Desse tal de desabafo. Se bem que precisava mesmo disso, mas nada de exageros. Não vão ajudar em nada essas palavras jogadas ao vento. São apenas palavras em meio de muitas outras. São apenas desabafos, os meus desabafos. Que ninguém nunca se importou, não será agora que alguém se importará. Pois é… Ninguém nunca se importou, mas já me acostumei, já estou acostumada á viver em meio de pessoas que não se importam comigo. É isso que está me matando aos poucos, ser apenas mais uma, ser um meio terno na vida daqueles que se dizem “meus amigos”, ser meio terno na vida das pessoas que amo, dói. E quer saber? Estou cansada disso, cansei de ser um meio termo na vida dos outros, cansei-me de ser apenas mais uma, cansei de sofrer por aqueles que não merecem.“   Ana Brandão (p-erishing)

É que, mesmo longe, eu te sinto aqui, do meu lado.
Somos vitimas de nós mesmos, acreditamos que esse sentimento chamado amor, é a grande causa da nossa dor, a causa mesmo e a falta dele, falta de quem não nos ame, falta de amor a si próprio.
Flutuar-se (via ac-alma)
O quanto você tem que pagar pra ficar rico? - Disse o ambicioso.
Quantas vezes você se basear na razão para realizar todas as escolhas de sua vida. - Disse seu cérebro, em algum lugar onde a força de ser feliz era realmente superior.
Fabiana Lima  (via ac-alma)
ac-alma:

“Não vamos deixar isso ir, não é? Não vamos deixar que o meu sorriso idiota suma já que você não estará mais ali pra me esperar. Não vamos deixar mais que o meu atraso seja motivos de brigas. Não vamos deixar que todas aquelas palavras jorradas com raiva deixem tudo isso acabar, virar poeira, virar nada. Não vamos deixar que o motivo do seu sorriso não seja mais eu. Não vamos deixar que a sujeira impregne. Não vamos deixar de caminhar juntos. Não vamos deixar que esse sentimento seja arrancado de nós. Não vamos deixar que as lembranças não eternizem-se. Não vamos deixar que tudo aquilo verdadeiro, tenha fim. Não vamos deixar que eu pense em um “e se”. Não vamos deixar mais que eu chore com medo de perder tudo isso. Não vamos deixar que o medo tome conta de todas as nossas virtudes. Não vamos deixar que as pessoas nos digam o que pensar, ou o rumo que devemos tomar. Não vamos deixar os planos se apagarem. Não vamos deixar que me deixe partir sem dizer as três palavras renegadas até o fim. Não vamos deixar que a dúvida nos impessa de continuar. Não vamos deixar não restar forças, não restar mais nada para percebemos que acabou. Só não vamos deixar isso acabar dessa forma. Acabar sem nem ao menos deixar teu perfume impregnado na minha blusa. Não vamos deixar acabar sem nem ao menos ter durado o tempo devido. Podemos recomeçar quantas vezes aguentarmos; Quantas vezes forem nescessárias. Só não vamos deixar isso se perder. Só não me deixa te perder.” p-aradoxes

ac-alma:


“Não vamos deixar isso ir, não é?
Não vamos deixar que o meu sorriso idiota suma já que você não estará mais ali pra me esperar. Não vamos deixar mais que o meu atraso seja motivos de brigas. Não vamos deixar que todas aquelas palavras jorradas com raiva deixem tudo isso acabar, virar poeira, virar nada. Não vamos deixar que o motivo do seu sorriso não seja mais eu. Não vamos deixar que a sujeira impregne. Não vamos deixar de caminhar juntos. Não vamos deixar que esse sentimento seja arrancado de nós. Não vamos deixar que as lembranças não eternizem-se. Não vamos deixar que tudo aquilo verdadeiro, tenha fim. Não vamos deixar que eu pense em um “e se”. Não vamos deixar mais que eu chore com medo de perder tudo isso. Não vamos deixar que o medo tome conta de todas as nossas virtudes. Não vamos deixar que as pessoas nos digam o que pensar, ou o rumo que devemos tomar. Não vamos deixar os planos se apagarem. Não vamos deixar que me deixe partir sem dizer as três palavras renegadas até o fim. Não vamos deixar que a dúvida nos impessa de continuar. Não vamos deixar não restar forças, não restar mais nada para percebemos que acabou. Só não vamos deixar isso acabar dessa forma. Acabar sem nem ao menos deixar teu perfume impregnado na minha blusa. Não vamos deixar acabar sem nem ao menos ter durado o tempo devido. Podemos recomeçar quantas vezes aguentarmos; Quantas vezes forem nescessárias. Só não vamos deixar isso se perder. Só não me deixa te perder.p-aradoxes

ac-alma:

“Todos vivem me alertando e pedindo: “Acorda pra vida, garota!”.Queridos, eu já estou acordada faz tempo! Quem tem que acordar mesmo é a própria vida. Sabe por quê? Cansei de ser mocinha. Pronto, confessei. Eu quero um roteiro de novela novo. Onde eu não tenha que me ferrar continuamente. Onde eu não precise ser uma donzela esquecida da classe média que mora no fim do mundo. Onde o meu príncipe com o passar do tempo não se transforme num sapo. E nem adianta me dar o papel de vilã, esse então é horrível. Você se dá bem até demais no início e depois tem um fim trágico e ridículo. Estou procurando um papel mais equilibrado. Para ser mais precisa o equilíbrio da alma. Bem que eu poderia ser a perua engraçada e rica, não é? Ah, não. É fútil demais. Já sei, eu gostaria de ser a amiga conselheira e esperta da mocinha. Gostaria de não receber notícias ruins o tempo inteiro. Sei lá, um personagem com personalidade própria, talvez? Nada de ser estúpida, mas também nada de ser cruel. Desde que cresci, passei a desgostar da vida que estou levando. São cenas desencaixadas, futuros incertos. Crises constantes, puberdade a flor da pele. Uma vida chatinha que quase não tem surpresas. Eu não mereço isso. Exijo da vida um reembolso! Eu faço a minha parte. Parei com aquela vontade de sumir, de morrer jovem para causar impacto. Agora que estou doidinha para viver, que escolhi superar minhas catástrofes… Quero recompensas! Nunca matei, nunca roubei e mesmo assim não me lembro de um dia cheio de sorte. Vida, estou te cobrando porque não aguento mais ver um pessoal aí maltratando o próximo e se dando bem enquanto eu tenho o mínimo de respeito pelos outros e só me dou mal. Dá um jeitinho aí, se vira! Eu me virei, não é? Eu peguei meus caquinhos e os reconstruí sozinha. Eu dei a volta por cima. Faça a sua parte imediatamente! Espanta essa maré de azar pra longe de mim e me envie por Sedex – rápido e ligeiro! – boas notícias e novas amizades. Me envie oportunidades inesquecíveis, lembranças marcantes. Me passa um pouco de autoconfiança também, falou? Deixa de ser egoísta e distribua sorrisos para a minha pessoa. Se você me ajudar, automaticamente eu vou ajudar os outros. E esses outros vão continuar com a corrente de solidariedade, formando um círculo de pessoas felizes. Se me negar isso sem pena nem dó, depois não reclama! O mundo vai se tornar um lugar lotado de pessoas decepcionadas e carentes! Eu te avisei. Avisei que poderia mudar para pior, passar a fazer as escolhas erradas, afinal tem pessoa que se dá tão bem fazendo mal pros outros não é mesmo? E eu aqui, tão ingênua só te pessoas coisas novas, uma nova vida, amigos, lugares, pessoas novas. Quero parar de me sentir culpada pelas coisas que acontece, quero receber noticias boas de vez em quando, ouvi certas pessoas falarem por ai que isso agrada o dia. Queria um choque de realidade, pedi para você trazer um amor de verdade, como aqueles filmes com feliz para sempre, sabe como é? Queria pelo menos que as  coisas passassem a ser fácil, de vez em quando, só para  variar. Ampliando novos horizontes. Tudo bem, eu sei que a vida nem sempre é fácil, que nunca vou conseguir as coisas se não lutar por elas, eu sei. Desse blá-blá-blá todo eu já sei de cor e salteado, mas pelo menos uma vez, não pode fazer a minha vida diferente? Olha, eu não mato, não fumo, não maltrato, nem vivo a beira da vingança. Só sou uma menina, admito que não sou a mais educada ou a mais legal do mundo, mas não sou a pior pessoa do mundo. Só te peço, não, te imploro um roteiro de vida novo.” Ana e Julia (en-fraquecidos)

ac-alma:

“Todos vivem me alertando e pedindo: “Acorda pra vida, garota!”.Queridos, eu já estou acordada faz tempo! Quem tem que acordar mesmo é a própria vida. Sabe por quê? Cansei de ser mocinha. Pronto, confessei. Eu quero um roteiro de novela novo. Onde eu não tenha que me ferrar continuamente. Onde eu não precise ser uma donzela esquecida da classe média que mora no fim do mundo. Onde o meu príncipe com o passar do tempo não se transforme num sapo. E nem adianta me dar o papel de vilã, esse então é horrível. Você se dá bem até demais no início e depois tem um fim trágico e ridículo. Estou procurando um papel mais equilibrado. Para ser mais precisa o equilíbrio da alma. Bem que eu poderia ser a perua engraçada e rica, não é? Ah, não. É fútil demais. Já sei, eu gostaria de ser a amiga conselheira e esperta da mocinha. Gostaria de não receber notícias ruins o tempo inteiro. Sei lá, um personagem com personalidade própria, talvez? Nada de ser estúpida, mas também nada de ser cruel. Desde que cresci, passei a desgostar da vida que estou levando. São cenas desencaixadas, futuros incertos. Crises constantes, puberdade a flor da pele. Uma vida chatinha que quase não tem surpresas. Eu não mereço isso. Exijo da vida um reembolso! Eu faço a minha parte. Parei com aquela vontade de sumir, de morrer jovem para causar impacto. Agora que estou doidinha para viver, que escolhi superar minhas catástrofes… Quero recompensas! Nunca matei, nunca roubei e mesmo assim não me lembro de um dia cheio de sorte. Vida, estou te cobrando porque não aguento mais ver um pessoal aí maltratando o próximo e se dando bem enquanto eu tenho o mínimo de respeito pelos outros e só me dou mal. Dá um jeitinho aí, se vira! Eu me virei, não é? Eu peguei meus caquinhos e os reconstruí sozinha. Eu dei a volta por cima. Faça a sua parte imediatamente! Espanta essa maré de azar pra longe de mim e me envie por Sedex – rápido e ligeiro! – boas notícias e novas amizades. Me envie oportunidades inesquecíveis, lembranças marcantes. Me passa um pouco de autoconfiança também, falou? Deixa de ser egoísta e distribua sorrisos para a minha pessoa. Se você me ajudar, automaticamente eu vou ajudar os outros. E esses outros vão continuar com a corrente de solidariedade, formando um círculo de pessoas felizes. Se me negar isso sem pena nem dó, depois não reclama! O mundo vai se tornar um lugar lotado de pessoas decepcionadas e carentes! Eu te avisei. Avisei que poderia mudar para pior, passar a fazer as escolhas erradas, afinal tem pessoa que se dá tão bem fazendo mal pros outros não é mesmo? E eu aqui, tão ingênua só te pessoas coisas novas, uma nova vida, amigos, lugares, pessoas novas. Quero parar de me sentir culpada pelas coisas que acontece, quero receber noticias boas de vez em quando, ouvi certas pessoas falarem por ai que isso agrada o dia. Queria um choque de realidade, pedi para você trazer um amor de verdade, como aqueles filmes com feliz para sempre, sabe como é? Queria pelo menos que as  coisas passassem a ser fácil, de vez em quando, só para  variar. Ampliando novos horizontes. Tudo bem, eu sei que a vida nem sempre é fácil, que nunca vou conseguir as coisas se não lutar por elas, eu sei. Desse blá-blá-blá todo eu já sei de cor e salteado, mas pelo menos uma vez, não pode fazer a minha vida diferente? Olha, eu não mato, não fumo, não maltrato, nem vivo a beira da vingança. Só sou uma menina, admito que não sou a mais educada ou a mais legal do mundo, mas não sou a pior pessoa do mundo. Só te peço, não, te imploro um roteiro de vida novo.” Ana e Julia (en-fraquecidos)